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“Eventualmente, seremos uma marca global” – Matthew Mey

Marketing Director Europe and Export Markets (Sazerac) 26 Janeiro 2020

Quisemos saber mais sobre o Fireball, o whisky de origem canadiana com sabor a canela, adocicado, que é um fenómeno, sobretudo entre os mais jovens – de tal forma que se encontra entre as marcas de whisky mais vendidas nos EUA. Na nossa visita ao Bar Convent Berlin entrevistámos Matthew Mey, Marketing Director Europe and Export Markets da Sazerac, a empresa do Louisiana que produz o Fireball. 

Pode falar-nos mais sobre a marca Fireball?
É uma marca excitante para nós. Neste momento é a maior em shots nos EUA e para aqui chegarmos demorámos algum tempo. Adotámos uma postura muito focada no nosso público-alvo, maiores de idade até aos 26/27 anos, enraizada no mercado on-trade (bares, discotecas, hotéis, restaurantes). É uma oportunidade para esses consumidores começarem as suas noites, para serem eles próprios e ser o mote para uma ocasião memorável. Seja uma ida a um jogo de futebol ou a uma uma atuação artística.

Qual é a altura ideal para beber Fireball?
Bem, Fireball acende a noite. Sem Fireball a tua noite vai ser comum. Com Fireball vais sentir todas as boas emoções que planeavas sentir enquanto te preparavas para sair à noite.

Onde vê a marca Fireball nos próximos cinco anos e onde gostaria que estivesse?
Fireball não é o novo miúdo do bairro! A marca existe há mais de duas décadas, por isso acredito que o seu futuro foi determinado pelo consumidor que procura pela marca. Tem vindo a ser moldada pelos consumidores que constroem a história da marca e esse tem sido o sucesso por detrás de Fireball. E com a forte distribuição que temos tido a nível global, estamos a assistir à ignição desta marca. Porque apesar dos consumidores serem diferentes em cada país, as suas emoções e os momentos que procuram durante o consumo é o mesmo e acreditamos que isso é traduzido para todos os mercados. Eventualmente, seremos uma marca global.

O quão difícil é manter o foco da marca enquanto ela cresce?
Na nossa perspectiva, a única coisa que é publicitada e engarrafada é o líquido. Como uma marca emocional que é, nós providenciamos a tela e a tinta. Já a essência da marca é criada pelo consumidor. Por isso, a nossa essência estará sempre nas mãos do consumidor; nós apenas lhes proporcionamos as ferramentas certas para a criarem. 

Quais as vossas perspetivas para o mercado português?
As boas notícias é que estamos em Portugal há uns dois anos, numa distribuição muito seletiva [Icon Key]. Neste momento, apenas nos encontramos no mercado topo de gama de on-trade, mas estamos a expandir para segundos e terceiros níveis. Não planeamos optar pelo off-trade neste momento. Relativamente a vendas, podemos dizer que têm sido excelentes.


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